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A administração Trump estaria a reunir um portfólio de ativos estratégicos, incluindo o Canal do Panamá e o Estreito de Ormuz, para exercer pressão máxima sobre a China. De acordo com o estrategista Zoltan Pozsar, Washington visa controlar os gargalos energéticos dos quais Pequim depende para as suas importações essenciais de petróleo bruto barato. Esta manobra geopolítica serve como uma contra-estratégia às anteriores restrições comerciais da China sobre elementos de terras raras, ao transformar as cadeias de abastecimento globais de energia em armas. Concomitantemente, Cuba está a debater-se com uma grave crise energética e apagões generalizados, levantando preocupações sobre a estabilidade do regime sob a pressão intensificada dos EUA. O foco no abastecimento venezuelano e nos corredores marítimos deverá injetar um prémio de risco geopolítico nos mercados de energia, apoiando os preços do BRENT. No entanto, a escalada das tensões deverá pesar sobre o Yuan chinês e as ações regionais à medida que o confronto económico entre as duas potências se intensifica.
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